ConheA�a a nova tA�cnica ecolA?gica de “demoliA�A?o invisA�vel”!!!

revit modelagem básica

ApA?s um certo tempo os edifA�cios comeA�am a ficar velhos, nA?o A�? ComeA�am a aparecer rachaduras e, dependendo do lugar, ficam para trA?s na questA?o de design e de tecnologia, pois nA?o hA? como, em uma reforma, inserirmos um elevador ou fazer mais apartamentos, por exemplo. Qual a alternativa? DemoliA�A?o. Esse processo sempre foi muito “violento”, se A� que assim podemos dizer, mas agora uma empresa japonesa resolveu todos os problemas provenientes desse processo, o TECOREP, que A� um sistema de demoliA�A?o ecolA?gica.

tecorep

Como ele funciona? Bom, a demoliA�A?o acontece dentro do edifA�cio. A poeira que antes era gerada causava vA?rios transtornos, que agora nA?o sA?o mais vistos. De cima para baixo, aos poucos, ele vai desaparecendo e dando espaA�o para que dali cresA�a um novo empreendimento.

A tA�cnica foi desenvolvida pela empresa japonesa Taisei e comeA�a com a instalaA�A?o de um tipo de cobertura, um “chapA�u”, no topo do prA�dio. Essa cobertura tem colunas removA�veis que sA?o instaladas e incorporadas A� estrutura de aA�o original. A partir daA� as mA?quinas pesadas comeA�am a fazer seu trabalho na parte interna do edifA�cio. Macacos hidrA?ulicos vA?o abaixando a estrutura removA�vel a cada andar que A� demolido, e o prA�dio aos poucos vai diminuindo.

Uma das melhorias estA? no fato de que a separaA�A?o dos materiais A� muito mais eficiente, e tendo em vista a polA�tica de reciclagem do JapA?o, que vigora desde 2002, A� certamente a melhor alternativa para acabar com o prA�dio. Um sistema ecolA?gico tambA�m atua diretamente na parte elA�trica, gerando energia a partir do movimento dos guindastes para a remoA�A?o do material que foi separado.

O primeiro prA�dio a utilizar essa tecnologia era um hotel localizado no centro de Tokyo, o Akasaka Prince Hotel. Pela grande densidade de pessoas que passavam por ali e de construA�A�es ao redor, o uso de explosivos e bolas de demoliA�A?o nA?o eram recomendados, e foi aA� que puderam comprovar a qualidade do novo mA�todo. Fazendo chuva ou fazendo sol, era possA�vel continuar o trabalho. Depois de retirar todos os itens de personalizaA�A?o interna, a preocupaA�A?o foi apenas em separar o aA�o e o concreto.

Confira um vA�deo explicativo e um que mostra como o Akasaka foi diminuindo aos poucos.

Fontes: NewScientist, Catraca Livre.

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Rafael de Oliveira Bolonha

Estudante de Engenharia Civil da Univix – Faculdade Brasileira, em Vitória, Espírito Santo.